segunda-feira, 27 de junho de 2011

Trilha Ecológica é tema no mês de junho em Perus

27/06/2011 14h39 - Por Diego Rafael

O evento desenvolvido no Parque Anhanguera trabalhou atividades reflexivas sobre o meio ambiente.


A já tradicional trilha ecológica desenvolvida nos parques da cidade de São Paulo, aconteceu neste último sábado (18 de junho) na região de Perus. O evento desenvolvido pelo Núcleo Norte 1 da Secretaria do Verde e Meio Ambiente, em parceria com a Subprefeitura Perus e o Parque Anhanguera, foi comandado pela bióloga Edna Antonio da Silva e auxiliares.

A ação contou com 17 estações, nas quais os participantes atuaram em atividades reflexivas sobre o meio ambiente, como o descarte irregular do lixo, a má utilização da água, o comércio ilegal de animais e todos os malefícios causados à natureza e seu bioma. Durante todo o percurso, foram prestados esclarecimentos de como proceder de maneira correta diante destas situações.

Uma questão sempre levantada é o fato do ser humano não prestar atenção no lixo jogado ao seu redor e no desperdício de água, atitudes que influenciam diretamente no habitat natural dos seres vivos. Além de trabalhar com as questões do meio ambiente, a atividade é uma opção de prática saudável ao corpo humano, pois é feito um percurso de aproximadamente 2 horas, contando as paradas realizadas em todo o trajeto.

A caminhada contou também com a presença do Grupo Escoteiro Tocantins, que sempre faz atividades voltadas para o desenvolvimento juvenil no Parque Anhanguera.

Pela primeira vez no local, Nayara Palazzo e Aline Nascimento, falaram da importância do desenvolvimento da trilha. “A Trilha ajuda na qualidade de vida das pessoas”, ressaltou a primeira. “Além da atividade física, ela é informativa, trata de questões como a fauna e as matas”, completou a segunda.

Mesmo com uma temperatura amena, entre os 14º C e os 20º C, o público presente para a trilha de junho, foi de aproximadamente 60 pessoas, o dobro da primeira feita em março deste ano.

Original em:

domingo, 26 de junho de 2011

Acampamento Regional de Patrulhas (ARP)


Escoteiros, Seniores, Pioneiros e Chefes marcaram presença e representaram o Grupo Escoteiro Tocantins no Acampamento Regional de Patrulhas (ARP), realizado em Paulínia/SP entre 23 e 26 de Junho de 2011. 

Além da variada programação, a reunião de milhares de escoteiros, proporcionou momentos únicos de Fraternidade Escoteira

quarta-feira, 22 de junho de 2011

O escotismo internacional

22 de junho de 2011 - Por Felipe Lopes

Sabrina Thies, de 25 anos, coordenadora administrativa financeira do grupo Tocantins, nos conta a sua experiência no grupo aqui no Brasil, da sua vida escoteira no Paraguai e até das complicações com a UEB, a União dos Escoteiros do Brasil, em registrar sua experiência escoteira.



Original em: Jornalismo Digital - Reportagens produzidas por alunos da Universidade Anhembi Morumbi

quarta-feira, 15 de junho de 2011

União dos Escoteiros do Brasil reúne mais de 60 mil membros

15 de junho de 2011 - Por Felipe Lopes

Os escoteiros existem, são cerca 60 mil só no Brasil. E estão espalhados em cada canto da cidade, em cada estado do nosso país e até do mundo. O escotismo não pode ser visto como um mero acampamento de férias ou uma espécie de retiro. Segundo a União dos Escoteiros do Brasil (UEB), as atividades praticadas pelos adolescentes e jovens contribuem não apenas na vida de quem veste o uniforme, mas de quem acompanha os filhos até as reuniões, buscando sempre formar novos e melhores cidadãos.

Grupo se reúne para ouvir as instruções do líder dos escoteiros 

E é para espalhar essa mensagem aos grupos, que existe a UEB, que comanda e regula com rigor todos esses grupos. A União dos Escoteiros do Brasil, presente em território nacional há mais de 75 anos, é uma organização não governamental, civil, de fins filantrópicos e de utilidade pública. As atividades tem um objetivo não só de educar o jovem, mas trabalhar todos os aspectos de desenvolvimento humano, como o físico, mental, emocional e espiritual.

Todas essas atividades são organizadas e praticadas em cada grupo de escoteiros. Só em São Paulo, são mais de 17 mil membros incluindo voluntários. Juntamente com seus chefes, os adultos diretamente ligados às atividades, realizam essas tarefas aumentando o potencial dos jovens. Na parte administrativa, a união também faz parte do bom desenvolvimento da organização. O que se vê, é um enorme trabalho em equipe de voluntários.

Fundado por Lorde Robert Stephenson Smyth Baden-Powell, em 1907, o movimento escotismo tem como meta o desenvolvimento do jovem, através de um sistema de valores que preserva a honra baseado nas leis escoteiras.

Confira abaixo o sistema de valores do escotismo:

1 – O escoteiro tem só uma palavra. Sua honra vale mais do que a própria vida.
2 – O escoteiro é leal
3 – O escoteiro está sempre alerta para ajudar o próximo e pratica diariamente uma boa ação
4 – É amigo de todos e irmão dos outros escoteiros
5 – O escoteiro é cortês
6 – Ele é bom para os animais e para as plantas
7 – Obediência e disciplina
8 – Ele é alegre e sorri nas dificuldades
9 – Respeita o bem alheio e é econômico
10 – O escoteiro tem o corpo e alma limpos

Com a obediência nessas leis principais do convívio em grupo e com a sociedade, a promessa escoteira é estabelecida onde é prometida a honra e a obediência em busca do melhor para o indivíduo e para a sociedade em geral. Seus princípios são o dever para com Deus, aos outros e para si próprio colaborando para o seu desenvolvimento físico, moral e intelectual.

O amor voluntário

15 de junho de 2011 - Por Mayara Thomazini

O voluntário é aquele que dedica as suas horas vagas em prol dos outros. É preciso ter muito amor pelo o que faz, muita dedicação, força de vontade e acima de tudo querer ajudar os outros, para poder desenvolver os jovens. A diretora presidente do grupo Tocantins, Inês Guedes, trabalha há sete anos no escotismo. Em entrevista, ela nos conta o que é preciso para ser voluntário e como fazer parte dos escoteiros.

Inês Guedes, diretora presidente do grupo de escoteiros Tocantins

Para ser voluntário é obrigatório fazer um curso, mas é na prática que se aprende as coisas. No grupo Tocantins, nem todos os voluntários já foram escoteiros. Depois do curso, os interessados ficam quatro sábados no grupo para conhecer o funcionamento do mesmo, para ver se é isso o que quer. Depois desse “período de experiência” é que é decidido se ele será voluntário daquele grupo (a decisão cabe ao voluntário e ao grupo).

Durante o curso de voluntário, uma das primeiras coisas que se aprende é colocar a pessoa naquilo que ela gosta de fazer, que se identifique, para que dê o seu melhor e coloque amor em tudo que faça.

Os voluntários podem ajudar o grupo de escotismo na gestão do grupo, seja na parte administrativa, financeira, gestão de pessoas e das atividades.

Gestão de pessoas é fundamental para um voluntariado. Se o mesmo decidir sair do grupo, por qualquer que seja o motivo, basta que ele comunique o grupo antes. Ninguém é obrigado a ficar, existe a liberdade de escolha e todos que estão lá estão por vontade própria e por amor.

A maior dificuldade que os voluntariados encontram é trazer os pais para dentro do grupo. Muitos deles, não percebem o verdadeiro valor de ser escoteiro. Segundo Inês, eles deixam os “pacotinhos” e vão embora e depois buscam seus “pacotinhos”. Porém ao longo dos anos, a participação dos pais tem se tornado cada vez melhor.

Os jovens passam apenas três horas semanais com o grupo de escotismo, logo não são os voluntários que educam as crianças (existem pais que acham que são os voluntários que deveriam arrumar a educação dos seus filhos). Primeiro a família, depois a escola e depois o escotismo.

A diretora afirma que cada grupo de escotismo tem suas características, variando de acordo com a região. Ela afirma também que durante seus sete anos no escotismo, foi possível identificar mudanças no comportamento de vários jovens. “Os voluntários enxergam o jovem, avaliam seu comportamento durante uma atividade e são referência pros jovens escoteiros”, afirma Inês.

Grupo de Escoteiros completa 19 anos na zona oeste de SP

15 de junho de 2011 - Por Rodson Baldan



Festa reúne diversas pessoas na Vila Piauí

Algazarra e folia. Sob o sol escaldante, era isso que podia ser observado na preparação para a festa dos escoteiros do grupo Tocantins, realizada no último dia 10 de abril, na Praça Camilo Castelo Branco, na Vila Piauí, zona oeste da capital paulista.

O dia, no entanto, começou cedo para os integrantes do grupo. Muitos deles, como Ramilo Silva, passaram a noite de sábado para o domingo, dia da realização da festa, ajudando nos preparativos. Ramilo, que está há três anos no grupo e cuida da sonoplastia do evento, conta que dormiu na sede do grupo para poder ajudar na preparação da festa. Segundo ele, ser escoteiro é tudo.


- É uma lição que você leva para toda a vida. Meus filhos com certeza serão escoteiros também.

Após os preparativos, ainda faltava uma coisa para o início da festa: o hasteamento da bandeira. Enfileirados e em silêncio, os escoteiros aguardavam as instruções dos chefes de cada divisão. Os responsáveis pelo hasteamento se posicionam em frente ao mastro da bandeira, o que é seguido de uma oração agradecendo a união do grupo, que completou 19 anos no dia 12 de abril.

Acompanhada da banda de fanfarra da Polícia Militar, que foi até a praça prestigiar a festa, a bandeira começa a ser levantada, com o hino nacional tocando ao fundo. Terminado o célebre momento, a festa chega ao ponto que todos mais gostam: a hora da diversão. Com cantos e danças, os chefes dos escoteiros contagiam os participantes.

Não só os integrantes aprovaram a festa, mas também os pais das crianças escoteiras. Para Renata Barci, mãe de três filhos que fazem parte do grupo Tocantins, o movimento é muito importante para a formação das crianças.

- Ele [o movimento escoteiro] traz à tona principalmente a questão da cidadania, que é a sua principal função.

Para Giuliana Barci, filha de Renata, não só a festa, mas também a maioria das atividades ministradas pelo grupo ajudam na aproximação de pessoas, uma vez que as atividades permitem que os grupos de outros lugares se conheçam.

Quando um grupo de motociclista chegou invadindo as ruas e fazendo barulho, era possível pensar que a festividade iria ser perturbada. A suposição, no entanto, se provou contrária. O Motoclube liderado por Itagiba Souza estava no local para fazer mais um trabalho comunitário, levando os escoteiros para um passeio de moto.

Segundo o presidente dos motoqueiros, o grupo já vem realizando passeios institucionais há algum tempo, além de entregarem presentes.

- Este ano entregamos presentes para as crianças órfãs em São Caetano. A gente levou um papai noel na garupa da moto.

Além do motoclube, uma equipe do Corpo de Bombeiros estava no local para mostrar seus equipamentos e tirar a curiosidade da garotada. Junto com eles, uma equipe do COE (Comando de Operações Especiais) fez a segurança da festa.

Ainda havia a parte especial que não pode faltar em festa nenhuma: o bolo. Mas esse gostinho só provou quem ficou a tarde toda na praça para esperar o fim da festa.

Festa reúne diversas pessoas na Vila Piaúi
Festa teve participação da Liga de Amadores Brasileira de Radio Emissão
Muitos escoteiros acamparam próximo a praça para ajudar nos preparativos
Além do grupo Tocantins, outros escoteiros foram à festa
O hasteamento da bandeira é um ritual importante na festa
A Banda de Fanfarra da Polícia Militar também prestigiou a festa
Itagiba Souza e Black, do Motoclube
Quem compareceu à festa podia comprar diversos itens
Junto com eles, uma equipe do COE (Comando de Operações Especiais) fez a segurança da festa
Apenas quem ficou até o fim da festa pode comer o bolo

domingo, 5 de junho de 2011

XX MUTECO - Ramo Escoteiro


Os Escoteiro do Grupo Escoteiro Tocantins participaram do 20º Mutirão Nacional Escoteiro de Ação Ecológica, com o tema: Parques, praças e áreas verdes: abrace esse espaço! Todos os sábados das 14:30 as 17:30 o GE utiliza a Praça Camilo Castelo Branco como palco da reunião semanal. Então o tema deste ano nos ajudou a cuidar da nossa própria casa.

Infelizmente o cenário que encontramos é sempre o mesmo, muito lixo jogado no chão, brinquedos destruídos e agora passaram a descartar móveis velhos. Crianças da comunidade tentam brincar no meio disso tudo.

Diante dessa situação, realmente esse projeto beneficiará a todos os frequentadores e usuários da praça. A primeira etapa de limpeza já mostrou um cenário muito melhor e com a continuidade do mesmo, principalmente conscientizando a população, certamente teremos um local que beneficiará ainda mais e melhor todos aqueles que fazem uso do espaço e logicamente, trará novos frequentadores.